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III Mostra Nacional de Dança Espírita – 26 a 28 de Maio de 2016 – Confira os vídeos dos grupos que se apresentaram!

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Relembrar é viver…

Abertura da I Mostra Espírita de Dança “Oficina do Espírito” – Outubro, 2001

“…nesta noite Senhor da Vida, aqui estamos nós, reunidos em teu nome. Herdeiros do Teu amor, também herdamos o dom de criar. Embora a pequenez com que ainda nos debatemos em nosso estágio evolutivo, queremos louvar-Te através da arte, através da música, da expressão dos nossos corpos, que buscam vibrar em sintonia Contigo Senhor, retratando a gratidão que nos vai no coração, pela vida que nos dás, pelo amor que sentimos.

Senhor da vida, abençoa-nos o propósito de segui-Lo, de buscar-Te através da beleza da arte, de buscar-Te por toda parte.

Nesta noite em especial Senhor, buscamos retratar em cada espetáculo o que nos vai no coração, a beleza do que sentimos por Ti, Nosso Pai.

A beleza que vai em nosso coração de filho, filho que te ama e que te busca, através dos séculos, dos milênios.

Receba Senhor, estas nossas pequeninas oferendas, feitas de arte, feitas de carinho, feitas especialmente de amor.

Que os nossos corações todos possam vibrar, e vibrar, e vibrar em sintonia Contigo, nas notas das melodias, dos gestos, da expressão de cada corpo, na expressão de cada coração, na vibração de cada alma.

Muito obrigado, Senhor!

Prece proferida por Walter Oliveira Alves, na abertura da I Mostra Espírita de Dança “Oficina do Espírito” em Araras/SP em 05 de Outubro de 2001.

Dança Espírita brasileira está em festa

Amanhã, 29/04 inicia-se mais uma edição da Mostra Espírita de Dança “Oficina do Espírito”

por Daniela L. P. Soares

Há aproximadamente 16 anos atrás, acontecia a I Mostra Espírita de Dança “Oficina do Espírito”, na pacata cidade de Araras, interior de São Paulo.

Não por acaso, no Instituto de Difusão Espírita – IDE, sigla e nome sugeridos por Francisco Cândido Xavier, em 1963* .

O IDE tem a missão de difundir, propagar, divulgar, espargir, irradiar a Doutrina Espírita, mas ouso dizer, que o faz também nas tarefas que desenvolve na Evangelização de crianças e jovens, cuja arte em suas diferentes linguagens é elemento presente dentro do processo de evangelização e também  na forma de oficinas/grupos que se reúnem especificamente para o “fazer arte na casa espírita”. Lá  a arte transborda e envolve todas as idades.

As crianças e jovens são protagonistas também em várias tarefas da casa, e conduzidos paulatina e carinhosamente pelos trabalhadores mais experientes, em tarefas para atuarem na evangelização, passe, palestras, assistência social, entre outros.

A I Mostra Espírita de Dança brasileira ou talvez a primeira mostra de dança espírita do mundo, não poderia deixar de nascer dentro deste centro espírita tão discreto e em uma cidadezinha tão acolhedora e entre aspas tampouco conhecida.

Nasceu num dos grupos pioneiros da dança espírita, o Grupo Espírita de Dança Evolução (1995), que desde sempre se reuniu para ser um grupo que trabalhasse exclusivamente com a linguagem da dança, alicerçada na Doutrina dos Espíritos.

Outra característica marcante do grupo, foi que desde a sua fundação, sempre houve a preocupação para ações voltadas a difusão da dança no meio espírita. (Coincidência?!)

A criação da mostra pelo GEDE  em 2001, também teve o objetivo da difusão desta linguagem artística no movimento espírita, além de tentar descobrir se existiam outros grupos com o mesmo objetivo. Criado em 1995, o GEDE nunca tinha ouvido falar em outros grupos de dança espírita até então.

A grande inspiração veio também dos amigos queridos que nos antecederam, e ainda hoje realizam o FECEF** – Festival da Canção e Arte Espírita de Franca/SP, dos amigos de Santos/SP com a Mostra Maria Máximo e dos amigos de Indaiatuba/SP que realizam o mês do teatro espírita.

Participando e assistindo estes encontros, já imaginávamos como seria um encontro só de dança espírita, como já faziam os amigos da música e do teatro. Essa é uma eterna gratidão que trazemos no coração.

Assim nasceu a I Mostra Espírita de Dança “Oficina do Espírito”. Passado o último dia de inscrição, não haviam chegado correspondências com as fichas e vídeos cassetes das coreografias para seleção – naquela época não existia as facilidades das inscrições online.

Alguns dias depois, e para a felicidade de todos do grupo, começaram a chegar envelopes datados do último dia do prazo (é praxe dos grupos fazerem suas inscrições faltando um minuto para as 00:00 horas) – Grupo Espírita de Dança Graça & Luz (SP/SP), Casas André Luiz (SP), JECAL – Jovens Espírita a Caminho da Luz, Grupo Sáphyra (PE), Grupo Arte & Vida (Franca/SP), APAE (Araras).

No dia 05 e 06 de Outubro de 2001, mais que uma mostra espírita de dança, materializava neste plano da vida também um movimento para a difusão da dança espírita. Descobrimos que existiam outros grupos! …e que felicidade indescritível é você identificar no outro um irmão cujo coração pulsa no mesmo ideal, que fala a mesma linguagem da tua alma!

Assim os grupos começaram se unir nas mostras, locais onde podiam mostrar sua arte, muitas vezes barrada na casa espírita, onde havia troca de ideias, estudos sobre a arte e a dança à luz da Doutrina Espírita, onde haviam oficinas de aprimoramento técnico, onde se buscava desde o início uma pedagogia do movimento que viesse ao encontro daquilo que acreditávamos… Onde os abraços se tornavam mais do que cumprimentos, mas apelos silenciosos “Continue meu irmão, estamos juntos!”

Esta primeira mostra foi descrita como mágica, por grupos e espectadores.

Após a sensível prece proferida pelo amigo Walter Oliveira Alves, apoiador das artes na evangelização, as luzes se apagaram. Os adultos e idosos do grupo despontaram no palco e os jovens sentados estrategicamente no meio da plateia, começaram a se levantar e dançar sobre as cadeiras do salão do IDE, que comportava na época quase 400 lugares e estava lotado.

Os grupos vindos de outras cidades e estado para a apresentação, ficaram do lado de fora do salão. Não havia assentos livres e assistiram espiando pelo vidro da porta que dava acesso ao espetáculo.

Ao final, nossas crianças do grupo, surgiram no palco e todos os demais se juntaram a elas. Difícil descrever. Assistir o vídeo não consegue traduzir a emoção de quem vivenciou este momento único.

Era o início do movimento espírita de dança, o início de muitas mostras que despontaram anos de depois no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e que deram origem a I Mostra Nacional de Dança Espírita em 2012 em Vitória,ES.

As mostras estaduais continuam com o objetivo de fortalecer e difundir a dança espírita nessas regiões brasileiras. A nacional é ponto de encontro de artistas espíritas da dança de todo país – itinerante, para auxiliar na difusão da dança espírita de norte a sul do país.

As mostras tem um significado muito importante para o movimento de dança espírita brasileiro, porque é momento de reencontro de quem ainda luta para dizer que além da beleza da música, do teatro, da literatura, existe uma linguagem que dispensa traduções, é universal e é tão valiosa quanto todas as outras.

Em qualquer lugar do mundo você assiste um espetáculo dança e esta te provoca um sentimento, uma emoção, toca o mais profundo da tua alma, sem utilizar palavra alguma.

Nas mostras, mais que dançamos, discutimos assuntos específicos da nossa linguagem, buscamos capacitação e embasamento teórico–doutrinário em nossa querida Doutrina e teórico, técnico e artístico nos estudiosos da área que coadunam com aquilo que vivenciamos e acreditamos.

Amanhã (29/04) realiza-se a XII Mostra Espírita de Dança “Oficina do Espírito”, entusiasmo, alegria e empenho na construção de cada detalhe para a recepção de dançarinos e interessados na dança espírita do Estado de São Paulo e de muitos outros lugares do país.

Gratidão aos amigos do Instituto de Difusão Espírita, que acolhe e apoia este trabalho durante todos esses anos, ao Grupo Espírita de Dança Evolução, aos artistas espíritas da dança de todo país que formam a alma deste movimento que enxerga a vida pelos olhos da dança.

A dança espírita brasileira está em festa! Sigamos avante e confiantes!

De Araras amanhã irradiarão luzes dançantes para todo o Brasil! É a arte espírita eclodindo e já recebendo nossos pequenos grandes artistas na Pátria do Evangelho, com a sublime  tarefa de espiritualização da arte em nosso orbe.

Alegria em nossos corações! Gratidão a Jesus!

Dança Espírita: Luz no palco! Luz na vida!

Vídeo produzido para I Mostra Nacional de Dança Espírita em 2012

[*] No ano de 1963, Francisco Cândido Xavier ofereceu a um grupo de voluntários, o entusiasmo e a tarefa de fundarem um Anuário Espírita. Nascia, então, o Instituto de Difusão Espírita, cujo nome e sigla foram também sugeridos por ele.
A partir daí, muitos títulos foram sendo editados e o Instituto de Difusão Espírita, entidade assistencial, sem fins lucrativos, se mantém fiel à sua finalidade de divulgar a Doutrina Espírita através da IDE Editora, tendo como foco principal, as Obras Básicas da Codificação, sempre a preços populares, além dos seus mais de 300 títulos em português e espanhol, muitos psicografados por Chico Xavier.
O Instituto de Difusão Espírita, conta, também com outras frentes de trabalho, voltadas à assistência e promoção social, como o Albergue Noturno, evangelização, alfabetização, orientação para mães e gestantes, oficinas de enxovais para recém-nascidos, entrega de leite em pó, vestuário e cestas básicas, assistência médica, farmacêutica, odontológica, tudo gratuitamente.

 

[**] O FECEF – Festival da Canção e Encontro da Arte Espírita em Franca – é um encontro nacional, realizado a cada dois anos, que reúne artistas espíritas e pessoas ligadas à arte, com o objetivo de sensibilizar e aprimorar o gosto pela arte com temática espírita, através da confraternização e o intercâmbio. Reúne aproximadamente 350 participantes e nestes anos de existência tornou-se expressivo ponto de referência para realizações artísticas e culturais do movimento espírita brasileiro. Criado em 1981, o então Festival da Canção Espírita de Franca, visava divulgar e incentivar a criação de músicas com temática espírita na busca da qualidade e pureza doutrinária. Depois da edição de 1983, por vários motivos o FECEF deixou de ser realizado, até que em 1990, este grupo de jovens espíritas francanos resolveu juntar forças e realizar o III FECEF. Algumas mudanças foram implantadas, entre elas, talvez a mais importante foi a de fazer do FECEF um encontro de todas as artes, e não só de música, surgindo assim o Festival da Canção e Encontro da Arte Espírita em Franca. O objetivo maior deste encontro é contribuir efetivamente para elevar o padrão ético e estético de nossas produções artísticas, e reforçar o papel fundamental da arte na educação e verdade e do bem, despertando e aprimorando o dom de criar para o desenvolvimento do homem integral, em sua relação consigo, com o próximo e com Deus.

 

Participe desta história!

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O Movimento Espírita de Dança se prepare para mais um (re)encontro em 2018! Estudos, oficinas e dança à luz da Doutrina Espírita. Emoção. A alegria do encontro daqueles que comungam do mesmo ideal. Juntos iremos refletir sobre as possibilidades que o Evangelho oferece para nossa evolução como seres imortais por meio da dança espírita. Sua opinião é muito importante. Participe escolhendo o título do cartaz!

Como tudo começou?

Você sabe como teve origem a I Mostra Nacional de Dança Espírita?

396638_376283392456929_2117620040_nEm 2011, reuniram-se em Belo Horizonte, por ocasião da  I Mostra Espírita de Dança “Novos Horizontes”, integrantes do movimento espírita de dança das regiões centro-oeste, sul e sudeste do Brasil. Esta última, tendo presentes representantes de todos seus estados constituintes – São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.Numa das noites do evento, integrantes da coordenação das mostras espíritas de dança “Oficina do Espírito” (SP), da “Novos Horizontes” (MG) e da Mostra Rio, além de companheiros de Brasília, Curitiba, Viçosa e Rio Claro reuniram-se para discutir a criação de uma Mostra Nacional de Dança Espírita.

A ideia surgiu, devido a observação de que a região sudeste, por ser a que mais abrigava grupos de dança espírita na época, em 2011 já contava com três mostras espíritas de caráter nacional. Dessa forma, o calendário das mesmas poderia começar a coincidir, o que viria dividir a participação dos grupos nos eventos, pois não podendo estar em todos, em virtude de questões financeiras e de deslocamento, teriam que escolher em qual participar.

As mostras que tem por objetivo reunir grupos de dança espírita de várias localidades para compartilhar momentos de estudos teórico-práticos, trabalhos artísticos, ser momento de confraternização e difusão da dança alicerçada na Doutrina Espírita poderiam começar a se fragmentar.

Preocupados na manutenção da união dos grupos de dança espírita, os organizadores da Mostra “Oficina do Espírito” e “Novos Horizontes” começaram a pensar na realização de uma Mostra Nacional de Dança Espírita. Esta reuniria os grupos existentes num único evento nacional, suscitando ao mesmo tempo o surgimento, o desenvolvimento e o crescimento de mostras estaduais de dança espírita.

O fato das mostras já existentes tornarem-se estaduais, seria relevante, pois poderiam concentrar todos seus esforços no crescimento e fortalecimento da dança espírita em seus estados. O objetivo da Mostra Nacional de Dança Espírita seria dividir as experiências de cada estado e difundir a dança espírita em todo território nacional, já que seria itinerante. Além disso, buscaria o  envolvimento dos grupos espíritas de dança em todo processo de realização – idealização, desenvolvimento e execução das mostras, o que vem ao encontro dos ideais acalentados desde o início da realização da  primeira mostra espírita de dança brasileira – a “Oficina do Espírito” – criada em  Araras, SP, no ano de 2001.

Após esta primeira reunião presencial em Belo Horizonte, as discussões seguiram-se por e-mail no “sapatilha”, lista de e-mails que reúne grupos de dança espírita de todo o Brasil. Lá ocorreram a escolha do estado que sediaria a I Mostra Nacional de Dança Espírita, da primeira coordenação do evento, a votação do tema, entre outros, com participação intensa lideranças da dança espírita de todo país.

Em 15 de novembro de  2012 a I Mostra Nacional de Dança Espírita materializa-se em Vitória/ES, sob a coordenação de Mariana Petri/RJ, Isadora Lee Padilha/ES, Rodrigo Ferr/RJ e Anderson Daltro/RJ, tendo como tema – “Sublimação do Artista: a arte vivenciada”.

Ao final do primeiro evento foi votado o local da II mostra que ocorreu no Rio de Janeiro em 2014, sendo sucedida pela III Mostra em São Paulo, que ocorreu concomitantemente com o II Encontro Nacional de Artistas Espíritas, união sugerida pelo presidente da Abrarte e aceita por votação pelos grupos de dança espírita presentes na terceira edição do evento na cidade do Rio de Janeiro.

Atualmente, a IV Mostra Espírita de Dança está sendo pensada por vários bailarinos e estudiosos da dança espírita do país e será realizada em Florianópolis de 15 a 18 de novembro 2018.

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Cartaz da I Mostra Nacional de Dança Espírita Vitória, ES – 2012

A Mostra Nacional de Dança Espírita é um evento  aberto exclusivamente à participação de dançarinos e coreógrafos espíritas, grupos espíritas de dança e demais artistas do movimento espírita, bem como simpatizantes e interessados em conhecer a dança sob a égide do Codificador.

A Mostra não possui qualquer caráter de competitividade, as apresentações artísticas são marcadas por grande diversidade de estilos e formas de expressão; abrange os três aspectos implícitos à dança – cênico, educativo e terapêutico.  Além disso,  conta com momentos de estudo, oficinas, e exposições teórico-práticas da dança à luz da Doutrina Espírita.

As mostras contam com a participação de crianças de todas as idades, jovens e adultos, integrantes de grupos de dança espírita de todo o país. É um momento ímpar – onde as diferenças sociais, raciais, de idade e gênero, se unem numa única coreografia, num único ideal –  a dança na transformação do Ser Imortal.

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Datas da IV Mostra Nacional de Dança Espírita

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05/02/2018 Abertura de inscrições individuais/grupos

Coreografias e espetáculos

Abertura de inscrições oficinas e painéis

22/07/2018 Fechamento de inscrições Individuais/ grupo

Coreografias e espetáculos

Oficinas e painéis

15/09/2018 Divulgação das coreografias e espetáculos selecionados
15 a 18/11/2018 IV Mostra Nacional de Dança Espírita

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